Estou muito de acordo que tudo perpassa pelo “olhar de um ver e escutar”. O que conseguimos enxergar, realmente vemos e de onde vemos e assim como vemos. Aquela atitude de ver, ela sim, faz articular e mobilizar, como escutei neste terceiro modulo. Muito satisfatoriamente e de acordo confirmo que o que sentimos nos territórios, vivenciamos numa experiência inexplicável e muitíssimo dolorosa no chão/base.
Repito com a Moema: Se todo ponto de vista e a vista de um ponto, importa definir a partir de onde “vemos”. De onde escutamos nos faz muita diferença! E tem poder de transformação!
Pois traz uma revolta e angustia o Mito de escassez: “A terra e território não é para todos!” ou aquela ideia de supremacia que alguns são melhores que outros, se acreditamos que todos, criados pela perfeição de Criador temos “uma origem de uma originalidade”.
Praticamente esta formação teve no seu início: “Escutar os territórios”. Proposta de Reexistência que poderá significar a Esperança!
Afinal a Esperança do Rio Madalena: “Tenho muita Esperança, sei que vamos conseguir, porque tenho o rio que me acompanha!